sexta-feira, 5 de abril de 2013

CLÓVIS NUNES, TOMA POSSE NO CONASP E SE TORNA CONSELHEIRO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

Clóvis Nunes – BA, Rede Desarma Brasil,  Almir Laureano – PB,  Maçonaria Grande Oriente do Brasil, entre os novos Conselheiros,  Regina Mink - Secretária Nacional de Segurança Pública e José Eduardo Cardozo - Ministro da Justiça.


O feirense Clóvis Nunes, foi empossado hoje a tarde  em Brasília, (quinta 05/03)  em reunião do CONASP – Conselho Nacional de Segurança Pública. Presidido  pelo Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, o evento contou com a presença da Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Mink e com representantes de 34 entidades de todos os estados do país envolvidos na área da segurança pública. Antes do ato de posse dos conselheiros, o Ministro enfatizou durante o seu discurso, sobre  os  principais projetos do Governo Federal, e salientou que:  “o CONASP, terá papel relevante junto ao Ministério para a elaboração de políticas públicas que  possam contribuir para redução da violência no Brasil”.
Clóvis Nunes, assume o cargo como representante da Rede Desarma Brasil, um conglomerado  de 49 ONGs e entidades da sociedade civil, de todo o país, que se integraram em Rede desde 2006, com a finalidade de implementar  o desarmamento no Brasil. Clóvis, que tambem é o idealizador e coordenador nacional da ONG MovPaz, que integra a Rede, acumula o cargo desde 2011, de Coordenador Regional da Campanha de Desarmamento também pelo Ministério da Justiça, para os estados da Bahia, Sergipe e Pernambuco.
Além da  solenidade de posse, o CONASP, segue em reunião durante toda a sexta-feira, cooperando com o MJ na discussão para as diretrizes e implantação do SUSP– Sistema Único de Segurança Pública, o que resultará em profundas mudanças e transformações, nas estruturas e bases da atual segurança pública brasileira. “A segurança pública é um bem democrático, legitimamente desejado por todos os setores sociais, um direito fundamental da cidadania, obrigação constitucional do Estado e responsabilidade de cada um de nós. O  Programa Nacional de Segurança do Governo Federal considera necessária, entre outras realizações, a reforma das polícias para torná-las instituições eficientes, respeitosas dos direitos humanos e voltadas para a construção da Paz”. Conclui Clóvis Nunes.

Assessoria de imprensa - MovPaz


quarta-feira, 3 de abril de 2013

ONU aprova tratado para regular comércio mundial de armas


Texto vincula exportação de armamentos ao respeito a direitos humanos.
Coreia do Norte, Síria e Irã foram contra. 


Delegados nas Nações Unidas aplaudem a aprovação do tratado para regular o mercado de armas convencionais, o primeiro no gênero TIMOTHY A. CLARY / AFP
A ONU aprovou pela primeira vez um tratado para regulamentar o comércio internacional de armas, vinculando a exportação de armamentos ao respeito a direitos humanos.
Em votação na Assembleia da ONU, o controle de um negócio que movimenta US$ 70 bilhões por ano, e a proposta para aumentar a regulação do comércio de armas no mundo ganhou com grande maioria.
Foram 154 votos a favor do texto, incluindo o do Brasil e dos Estados Unidos, que hoje é o maior fornecedor de armas do mundo. Vinte e três países se abstiveram, entre eles Rússia e China, também grandes exportadores. Coreia do Norte, Síria e Irã foram contra.
O novo tratado obriga os países que exportam armas a se certificarem de que elas não serão usadas para cometer genocídio, terrorismo ou crimes contra a humanidade.
O tratado também exige que os países signatários tomem medidas para evitar que o armamento exportado chegue ao mercado clandestino, e acabe caindo nas mãos de criminosos. Na prática, o tratado quer coibir as vendas ilegais de armas, obrigando o país exportador a prestar contas em público sobre quem são seus clientes.
Além de revólveres e metralhadoras, na lista estão incluídos tanques, veículos de combate, helicópteros, aviões de combate e lançadores de mísseis.
Os grupos de defesa dos direitos humanos consideraram este o primeiro passo para limitar o comércio ilegal de armas que mata milhares de pessoas a cada dia.
Agora falta os países aderirem à proposta e ratificar o tratado. Assim que 50 nações assinarem o texto, ganha força de lei internacional. Como houve apoio expressivo na ONU, isso deve acontecer, mas esse processo, segundo alguns analistas, pode demorar cerca de dois anos.

Fonte:Jornal da Globo - http://migre.me/dY7ml
Elaine BastNova York, EUA